| Governo estadual promete agir para absorver mão-de-obra ociosa LUCIANA MOROSINI - Folha de Pernambuco | |
A primeira delas será uma obra da Compesa, que terá início na primeira quinzena de fevereiro. Com investimento de R$ 15 milhões, 15 mil residências receberão ligações e serão colocados registros nas linhas de abastecimento. Além disso, outras obras de infraestrutura estão previstas, como a reforma do estádio municipal Paulo Coelho e outras obras de estrada.
“Esse é o período mais duro no São Francisco porque é de entressafra. Então tudo o que pudermos fazer de obra, vamos fazer logo no primeiro semestre porque reforça a empregabilidade”, disse Eduardo Campos, durante reunião com o prefeito de Petrolina, Júlio Lóssio, ontem. Para capacitar os trabalhadores do Vale do São Francisco, o governador disse que pretende fechar parcerias com instituições como Sebrae e Senai.
Outras ações adotadas pelo Governo do Estado serão a rolagem da dívida dos produtores, estimada em R$ 500 milhões, com o Banco do Brasil e com o Banco do Nordeste, e a busca dos recursos para o custeio da próxima safra. “Já tratamos com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, para abrir capital de giro emergencial, falta apenas o decreto de homologação de emergência. O financiamento para a próxima safra vai garantir o emprego dos trabalhadores permanentes”, acrescentou Campos.
Por último, o governador irá se reunir com os ministros da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, e do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, na próxima terça-feira, em Brasília, para caracterizar uma ação de seguro-desemprego para os trabalhadores temporários do Vale do São Francisco, que hoje não está prevista na legislação brasileira.
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