domingo, 4 de janeiro de 2009

Notebooks ganham design elegante e personalização

Com os consumidores demonstrando apetite por aparelhos pessoais cheios de estilo, os fabricantes de computadores pessoais e eletrônicos precisarão de mais que cores vibrantes, bordas arredondadas ou um elegante acabamento metálico para se destacar num mercado lotado. Usuários de computadores estão cada vez mais interessados no que existe do lado de fora de suas máquinas, e não só no lado de dentro.

» Veja fotos do notebook de bambu
» Questões ambientais ganham força na tecnologia

E, à medida que o mercado migra dos computadores de mesa para os laptops, os computadores se tornam mais portáteis e, portanto, mais visíveis - o que faz deles uma declaração de preferências pessoais de design, como uma bolsa ou um par de sapatos.


O design sempre teve papel considerável nos produtos de tecnologia. A Apple há muito é reconhecida por seus produtos esguios e minimalistas, tais como os computadores e iPhones. Mas agora os consumidores podem personalizar a aparência de muitos outros aparelhos.

Além de oferecer diversas "skins" personalizadas - coberturas moldadas que os consumidores fixam a seus computadores para mudar a cor ou aparência externa do aparelho -Macintosh, os fabricantes de computadores estão indo mais longe na busca por novidades de design.

A Asustek oferece um notebook revestido de bambu, enquanto a Dell lançou um computador de mesa com gabinete de bambu este ano. Ambos os produtos têm por objetivo alardear as credenciais ecológicas das empresas.

Além disso, a Dell, segunda maior fabricante mundial de computadores, oferece mais de 100 designs originais diferentes de artistas selecionados que podem ser incorporados permanentemente a alguns de seus laptops. O serviço custa US$ 75.

A Hewlett-Packard, maior fabricante mundial de computadores, começou a dar mais destaque ao design em 2006, segundo Ted Clark, diretor da divisão de notebooks do grupo.

Ele disse que o plano era "oferecer um design elegante para o que antes era uma linha repetitiva".

Reuters

Nenhum comentário: